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A emissão de gases tóxicos por veículos automotores é a maior
fonte de poluição atmosférica nas grandes cidades, sendo responsável
por até 40% da poluição do ar, provocada por gases.
O
problema se agrava com o crescimento do número de veículos nas
ruas - só no Brasil, já são mais de 14 milhões. A área mais
urbanizada da Região Metropolitana de São Paulo, está saturada
pelos 4,5 milhões de veículos que circulam diariamente. Este
número elevado de veículos provoca a diminuição da velocidade
média de percurso, o que acarreta no aumento da emissão de gases,
para a mesma quilometragem percorrida. Em conseqüência, as concentrações
de monóxido de carbono excedem o padrão de qualidade do ar.
Os
gases emitidos por um automóvel catalisado, são compostos em
99% de elementos inofensivos e apenas 1% de parcelas nocivas.
Dentro
do sistema
de exaustão de um veículo é possível que seja liberado muito
monóxido de carbono, que é resultado da queima incompleta do
combustível. Tal gás atua no sangue, reduzindo a oxigenação.
Da mesma forma, o óxido de nitrogênio e os hidrocarbonetos podem
ser prejudiciais à saúde.
Considerando
que a emissão de gases e fumaça contribuem para a contínua degradação
da qualidade do ar, o Conselho Nacional do Meio Ambiente (Conama)
estabeleceu limites máximos para emissão de gases provenientes
da queima de combustíveis do motor, expelidos pelo escapamento.
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